terça-feira, 9 de agosto de 2011

Pedidos de falência no Brasil acumulam queda no ano, diz Serasa

A quantidade de solicitações de falência recuou nos primeiros sete meses de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com estudo realizado pela Serasa Experian, divulgados nesta segunda-feira (8). Entre janeiro e julho, 1.044 companhias pediram falência no país, número inferior aos 1.116 pedidos feitos no mesmo intervalo de 2010.

Dos 1.044 requerimentos feitos neste ano, 694 vieram de micro e pequenas empresas, 226 de médias e 124 de grandes. Entre as falências decretadas - 378 nos sete primeiros meses do ano -, 340 foram de micro e pequenas empresas, 25 de médias empresas e 13 de grandes companhias.

Na avaliação da Serasa Experian, a redução nos números de falência revelam dois momentos distintos da economia brasileira. "De janeiro a julho de 2010, as empresas ainda tinham problemas na busca por crédito, em decorrência da crise global. No acumulado de 2011, mesmo com os efeitos da política monetária restritiva para controle da inflação, a demanda das empresas por crédito normalizou-se", ressalta a instituição em relatório.

Variação mensal
Na comparação entre junho e julho de 2011, houve aumento no número de pedidos de falência, com o indicador subindo de 139 para 167. Também foi registrado elevação nas falências decretadas no período, ao passar de 53 para 64.

Para a Serasa Experian, esse resultado "é decorrente da política monetária para controle da inflação, que está fundamentada na elevação dos juros, nas restrições ao crédito e na gradual desaceleração econômica".

Dilma selará hoje acordo para corrigir limite do Simples, diz Sebrae.

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) informou que a presidente Dilma Rousseff selará, ainda nesta terça-feira (9), em solenidade no Palácio do Planalto, acordo com a Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas no Congresso Nacional sobre o projeto de lei complementar 591/10, que corrige os limites de enquadramento das micro e pequenas empresas no Simples Nacional. Com isso, a presidente Dilma Rousseff dá um passo para cumprir a promessa feita durante a campanha eleitoral de corrigir os limites do Simples.

O texto atualiza a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06) e está em tramitação na Câmara dos Deputados. Selado o acordo, o texto se transformará em substitutivo ao projeto 591/10, informou o Sebrae, com a expectativa é de que a votação na Câmara ocorra ainda neste mês. A expectativa do presidente da frente parlamentar mista das micro e pequenas empresas, deputado Pepe Vargas (PT-RS), é de que que a correção dos limites de enquadramento das micro e pequenas empresas no Simples Nacional seja aprovado pelo Congresso Nacional até setembro deste ano.

Atualmente, o limite de faturamento anual da microempresa, para poder participar do Simples, está em R$ 240 mil e, para a empresa de pequeno porte, em R$ 2,4 milhões. Caso esse teto de faturamento seja corrigido, as empresas poderão faturar mais e continuar dentro do programa simplificado de pagamento de tributos. Isso também permitiria que mais empresas, que estão um pouco acima do limite anual de faturamento, ingressassem no Simples.

Os novos limites, previstos no projeto de lei complementar 591/2010, até o momento (mas ainda não confirmados em um eventual acordo com o governo), são de R$ 360 mil para microempresa e de R$ 3,6 milhões para empresas de pequeno porte. No caso do empreendedor individual, o limite subiria dos R$ 36 mil para até R$ 48 mil de receita bruta por ano. Atualmente, há mais de 1,4 milhão de empreendedores individuais no país.

Entenda o simples
O Simples é um sistema especial de tributação dos pequenos negócios que vigora desde julho de 2007 e que já conta com mais de 5,2 milhões de empresas, o equivalente a 88% do total do país. O projeto de lei 591, além de corrigir os limites de enquadramento das companhias no Simples, também traz outras alterações na lei que beneficiarão as micro e pequenas empresas.

O PL também exclui do limite de faturamento anual as exportações, regra que permitirá um aumento das vendas externas. Outra alteração é a possibilidade destas empresas entrarem em parcelamentos de débitos junto ao governo com a Receita Federal - procedimento que atualmente é vetado.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Motivação

A vida e cheias de lutas e vitorias.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Número do cartão de saúde será obrigatório para atendimento no SUS

SÃO PAULO – O número do CSN (Cartão Nacional de Saúde) passa ser obrigatório para que os profissionais do SUS (Sistema Único de Saúde) realizem procedimentos ambulatoriais e hospitalares.

A regra está prevista na nova portaria do Ministério da Saúde, publicada nesta quinta-feira (21) no Diário Oficial da União. Com a medida, os pacientes do SUS terão a base de seu histórico de atendimento acompanhado por qualquer unidade de saúde do País a partir de 2012.

Atendimento integral ao cidadão

O objetivo do ministério da Saúde é melhorar o tratamento dos pacientes, principalmente pelo acompanhamento de seu histórico médico, além de promover a qualidade de vida dos usuários.

Em maio deste ano, o órgão já havia publicado outra portaria que regulamenta o Sistema Cartão Nacional de Saúde, por meio de um número único, válido em todo território nacional.

“A identificação dos usuários das ações e serviços de saúde é extremamente importante. Só assim poderemos garantir uma atenção completa ao usuário. Isso permite a organização da rede, das ações e da disposição dos serviços de saúde”, afirma o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro.

Prazo

Entre janeiro e março de 2012, todos os formulários de AIH (Autorização de Internação Hospitalar ) e Apac (Procedimento Ambulatorial), além do BPA-I (Boletim de Produção Ambulatorial Individualizada), trarão um campo específico para ser inserido o número do cartão.

Segundo o ministério, o prazo foi estabelecido para dar tempo aos gestores para organizar e estruturar as redes de atendimento.

Nenhum paciente que não tiver o número em mãos será prejudicado. Os estabelecimento de saúde vão solicitar o número e, caso a pessoa não tenha, será realizada uma pesquisa no banco de dados do SUS, o DataSUS (Departamento de Informática do SUS). Mas, se o usuário não tiver o cadastro, ele será feito na hora.

Novidade: cadastro dos recém-nascidos

Para a próxima sexta-feira (22) está prevista uma portaria que prevê a utilização dos registros inseridos no Sinasc (Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos) no cadastramento dos usuários do SUS.

O objetivo é que cada recém-nascido, nascido em maternidade pública ou privada, possua um registro eletrônico de saúde.

Já os cadastros inseridos no SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade) também deverão ser aproveitados para desativar o registro de saúde.

“Com a obrigatoriedade do cartão nos vários registros do SUS, estamos criando mecanismos para facilitar a universalização e a integralidade das ações e serviços de saúde”, ressalta Odorico Monteiro. A medida também limita ações de fraudadores, que utilizam o registro de pessoas falecidas.

Ouvidoria

O Ministério também elaborou medidas no sentido de melhorar a atuação dos profissionais de saúde. Passará a ser necessário que os médicos registrem os contatos do paciente, para que a Ouvidoria do SUS possa, por exemplo, estabelecer um acompanhamento da satisfação do usuário.

Com o contado dos pacientes, o ministério pretende pesquisar o nível de satisfação dos usuários em relação ao serviço prestado.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Atividade sexual ocasional eleva risco de ataques cardíacos, diz estudo


Risco absoluto, porém, ainda é muito pequeno, segundo autores; atividade regular também reduz risco.

A atividade sexual ocasional pode provocar uma elevação no risco de ataques cardíacos no curto prazo em pessoas que fazem poucas atividades físicas, segundo indica um estudo de pesquisadores americanos recém-publicado.

O estudo, que analisou resultados de 14 estudos prévios sobre o tema, concluiu que há um aumento de 2,7 vezes nas chances de um ataque cardíaco durante ou logo após uma relação sexual em comparação àqueles que não fazem sexo.

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Apesar disso, os autores do estudo observam que o risco absoluto de um ataque cardíaco durante ou logo após uma relação sexual ainda é muito baixo - de 2,7 para 1 milhão, comparado com 1 em 1 milhão em situações normais.

Relação semelhante foi verificada para as pessoas durante outros tipos de atividades físicas, segundo a pesquisa publicada na revista de divulgação científica "Journal of American Medical Association" (Jama).

Segundo os autores, pessoas com atividades físicas mais frequentes são menos suscetíveis aos riscos relacionados à atividade física episódica.

A análise indicou que a cada período semanal de atividade física que a pessoa tem por semana, há uma redução de 45% no risco de um ataque cardíaco e de 30% no risco de uma morte cardíaca súbita.

"Apesar dos amplamente estabelecidos benefícios da atividade física regular, as evidências relatadas sugerem que a atividade física, assim como outras exposições agudas, como atividade sexual ou estresse psicológico, podem agir como catalisadores de eventos cardíacos agudos", observam os autores da pesquisa.

Os pesquisadores envolvidos na pesquisa são da Escola de Saúde Pública de Harvard, em Boston, do Centro Médico Tufts, tamb

Supremo derruba validade da ficha limpa nas eleições de 2011

Voto do ministro Luiz Fux definiu posição do STF sobre o tema.
Lei que barra candidatos condenados só valerá em eleições de 2012

Por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (23) que a Lei da Ficha Limpa não deveria ter sido aplicada às eleições do ano passado. A norma, que barra a candidatura de políticos condenados por decisões de colegiados, entrou em vigor em junho de 2010, e, com a decisão, tem seus efeitos adiados para as eleições de 2012.

Nesta quarta, os ministros julgaram recurso do ex-secretário municipal de Uberlândia Leonídio Bouças (PMDB-MG), condenado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) por improbidade administrativa. Bouças teve o registro de candidato deputado estadual negado pela Justiça Eleitoral com base na lei e recorreu ao Supremo.

A maioria dos ministros do STF entendeu que a lei interferiu no processo eleitoral de 2010 e não poderia ser aplicada em uma eleição marcada para o mesmo ano de sua publicação.

A norma entrou em vigor no dia 7 de junho do ano passado, quatro meses antes do primeiro turno eleitoral. De acordo com o artigo 16 da Constituição Federal, uma lei que modifica o processo eleitoral só pode valer no ano seguinte de sua entrada em vigor.

Com o julgamento desta quarta, os ministros estão agora autorizados a decidir de forma individual outros recursos semelhantes com base na posição fixada pelo plenário. Tramitam no STF 30 recursos que atacam a Lei da Ficha Limpa.

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Com isso, a composição do Congresso Nacional deve ser alterada, porque políticos que concorreram sem registro e obtiveram votos suficientes para se eleger poderão reivindicar os mandatos para os quais foram eleitos.

Nesses casos, a Justiça Eleitoral – em Brasília e nos estados – terá de refazer o cálculo dos votos do legislativo para ver quem deve deixar o cargo e quem terá o direito de assumir.

Na prática, a decisão beneficiará políticos com processos semelhantes, como o ex-deputado Jader Barbalho (PMDB-AP) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), por exemplo, que concorreram nas últimas eleições e, mesmo barrados pela Lei da Ficha Limpa, obtiveram votos suficientes para se eleger ao Senado por seus estados.

Desempate
Nas duas vezes em que o plenário da Corte analisou processos contra a ficha limpa, em 2010, houve empate, em 5 votos a 5. O motivo dos julgamentos inconclusivos foi a ausência de um integrante da Corte, depois da aposentadoria do ministro Eros Grau, em agosto de 2010.

Com a posse do ministro Luiz Fux, no início do março, houve grande expectativa em relação ao seu voto, que decidiu o resultado do julgamento. De acordo com a tradição do STF, o primeiro a votar, depois do relator, é o mais novo integrante de Corte, ministro Fux. Ele argumentou que a lei não poderia ser aplicada no mesmo ano das eleições.

“A Lei da Ficha Limpa é a lei do futuro. É a aspiração legítima da nação brasileira, mas não pode ser um desejo saciado no presente, em homenagem à Constituição, que garante a liberdade para respirarmos o ar que respiramos, que protege a nossa família”, concluiu Luiz Fux.

Julgamento
O relator do caso, ministro Gilmar Mendes, também afirmou em seu voto que a norma não deveria ter sido aplicada às eleições do ano passado. “O princípio da anterioridade é um princípio ético-jurídico fundamental: não mudar as regras do jogo com efeito retroativo”, disse o relator.

Os ministros Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cezar Peluso mantiveram suas posições anteriores e também votaram pela aplicação da lei apenas a partir de 2012.

A defesa da ficha limpa nas eleições de 2010 foi feita pelos ministros Cármen Lúcia, pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e integrante do STF, Ricardo Lewandowski, e pelos ministros Joaquim Barbosa, Ayres Britto e Ellen Gracie.

“Não se registrou nenhum casuísmo ou rompimento da chamada paridade de armas que pudesse acarretar alguma deformação no processo eleitoral. Lei da ficha limpa simplesmente estabelece condições de inelegibilidade sem interferência no processo eleitoral”, defendeu Lewandowski.

Ao argumentarem pela validade da norma em 2010, Joaquim Barbosa e Ayres Britto defenderam importância da moralidade na vida política. Segundo ele, não houve surpresas no processo eleitoral com a ficha limpa. “Como um pessoa condenada em três instâncias pode alegar surpresa”, disse Barbosa.

“O povo merece a possibilidade de escolher entre candidatos de vida retilínea. Isso se chama autenticidade do regime democrático e qualidade de vida política. Essa lei veio para sanear os costumes de vida política, rimando erário com sacrário”, continuou o ministro Ayres Britto.

Caso
O STF negou nesta quarta-feira o recurso do ex-secretário municipal de Uberlândia Leonídio Bouças (PMDB-MG), condenado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) por improbidade administrativa.

Com base na ficha limpa, Bouças teve o registro de candidato deputado estadual negado pela Justiça Eleitoral, no ano passado, e recorreu ao Supremo. O advogado de Leonídio Bouças, Rodrigo Ribeiro Pereira, negou as acusações de improbidade administrativa.

O político foi acusado de utilizar a prefeitura de Urberlândia (MG) para promover a própria campanha a deputado estadual, em 2002, quando era secretário da prefeitura de Uberlândia (MG). O TJ-MG concluiu que houve enriquecimento ilícito e proveito patrimonial, com prejuízo ao erário e suspendeu os direitos políticos de Bouças por 6 anos e 8 meses.

“O recorrente quer apenas ter o direito de que lei publicada três dias antes do prazo das convenções [partidárias] não se aplique no ano das eleições. Nada mais pleiteia o recorrente, senão a aplicação do artigo 16 da Constituição. [Caso isso não ocorra] abrirá um sério precedente para o futuro”, afirmou o advogado do político mineiro, Rodrigo Ribeiro Pereira.

De acordo com a defesa, a Lei da Ficha Limpa seria um “retrocesso” a mecanismos usados em “regimes de exceção”, o que fere o estado democrático de direito. O advogado sustentou que a norma fere o princípio da inocência ao decretar a inelegibilidade antes do fim do processo de condenação do político.

“A mal denominada ficha limpa, a pretexto de preservar a moralidade, viola o mais sagrados valores consignados pelo constituinte. Não basta para legitimar a lei discursos moralizantes. A moral não é monopólio de quem defende a aplicação da lei”, disse o advogado de Leonídio Bouças.

quarta-feira, 16 de março de 2011

A galinha-da-Transilvânia


A galinha-da-Transilvânia, um tipo de galinha com pescoço pelado como o de um peru, deve sua aparência peculiar a uma mutação genética complexa, segundo pesquisadores do Instituto Roslin, da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Os cientistas descobriram que os efeitos da mutação genética são exacerbados por uma substância derivada da vitamina A que é produzida em volta do pescoço da ave e que combinada à proteína BMP-12 na pele suprime o crescimento de penas, levando a galinha a ter o pescoço pelado.

A equipe de pesquisadores diz que a descoberta pode ajudar na produção de frango em países quentes porque galinhas com pescoço pelado são mais bem equipadas para aguentar o calor.

A pesquisa também ajuda a explicar como pássaros, como os abutres, por exemplo, evoluíram para sua aparência atual devido ao metabolismo diferenciado da vitamina A na pele de seus pescoços.

Os cientistas da Universidade de Edimburgo analisaram amostras de DNA de aves do México, França e Hungria para encontrar a mutação genética. Amostras de pele de embriões de galinhas também foram analisadas usando modelos matemáticos complexos.

As galinhas-da-Transilvânia existem há centenas de anos e seriam originárias do norte da Romênia. O estudo, publicado pela Public Library of Science (PLoS), foi financiado pelo Conselho de Pesquisa em Biotecnologia e Ciências Biológicas.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Notícias » Tecnologia » Tecnologia Rumores apontam nova versão do iPhone sem memória física


Novos rumores sobre uma versão reduzida do iPhone surgiram nesta segunda-feira, indicando que o aparelho não deve ter memória física. Rumores que surgiram na última semana indicam que a Apple estaria trabalhando em uma versão menor do iPhone, com a mesma tecnologia da quarta geração do aparelho, mas vendido pela metade do preço. O iPhone nano, como é apelidado, iria guardar fotos, fotos, músicas, vídeos e contatos no serviço de armazenamento na nuvem da Apple, o MobileMe, segundo reportagem do The Wall Street Journal..

Para isso, a empresa iria deixar de cobrar a taxa de US$ 99 anuais pelo serviço, que hoje é usado para armazenar dados online sincronizar contatos e agenda entre vários dispositivos. O MobileMe se tornaria gratuito e um "armário para objetos pessoais". O novo iPhone "eliminaria a necessidade de dispositivos de transportar uma grande quantidade de memória", segundo fontes próximas à Apple disseram ao jornal.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Cientistas elaboram cardápio para prolongar a vida



Em meio a inúmeros estudos sobre alimentação saudável, cientistas suecos resolveram analisar o efeito de um grupo completo de alimentos sobre o organismo e não apenas dos alimentos separadamente.

O resultado da pesquisa feita pela Universidade de Lund é um cardápio que, segundo os estudiosos, tem o poder de prolongar o tempo de vida do ser humano.

Os itens escolhidos foram os conhecidos por suas ações anti-inflamatórias e antioxidantes, como aveia e frutas vermelhas, que combatem problemas cardíacos, câncer, entre outros.

Segundo os cientistas, não basta adicionar apenas um desses alimentos à dieta, mas sim consumir vários de maneira combinada e constante.

Os resultados mais imediatos, observados após quatro semanas em 44 voluntários, entre 50 e 75 anos, todos acima do peso desejado, foram reduções dos níveis do mau colesterol (em até 30%) e da pressão sanguínea, diminuindo as chances de problemas no coração.

Além disso, os pacientes demonstraram melhores condições de memória e das funções cognitivas.

Confira o menu:

Café da manhã: mingau com mirtilos (também conhecido como blueberry) e um toque de canela
Lanche da manhã: punhado de amêndoas e uva-passa
Almoço: salada de grãos de soja e uma fatia de pão integral
Lanche: salada de frutas
Jantar: salmão escaldado com vegetais e risoto de arroz integral

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Livro unifap


O livro Planos Diretores No Estado Do Amapá - Uma Contribuição para o Desenvolvimento Regional - A experiência do Município de Laranjal do Jari escrito pelo professor da UNIFAP, José Alberto Tostes e que foi lançado na última sexta-feira, no evento de lançamento de livros ocorrido no auditório da reitoria, é o primeiro livro publicado com o selo da Editora da UNIFAP.

A obra foi catalogada na Biblioteca Nacional através da editora que ainda está em processo de montagem, e foi financiado pelo Programa Pró-defesa da CAPES através do Mestrado em Desenvolvimento Regional.

Com a palavra, o autor:

-Este livro é uma contribuição do autor para apresentar o trabalho desenvolvido no município de Laranjal do Jari. É importante salientar que todo este processo representou uma rica experiência para todos os envolvidos, e que acima das expectativas sobre o produto alcançado significou um grande exercício de cidadania para a equipe da UNIFAP inserida no projeto, mas também a todos os integrantes das comunidades e dos técnicos da Prefeitura Municipal de Laranjal do Jari.

O livro demonstra toda a trajetória de construção do plano de forma didática, mas também expõe problemas históricos já existentes na Região do Vale do Jari, problemas que não serão solucionados facilmente, mas acima de tudo os agentes envolvidos devem estar melhor preparados para dialogar o futuro do município encontrando os meios mais adequados para se pensar e solucionar os problemas urbanos e sociais mais intensos.

A construção da Leitura da Cidade e da Comunidade, os levantamentos técnicos e sociais, a formação de acervo digital, a pesquisa aplicada para encontrar parâmetros mais confiáveis era o desafio de toda a equipe.

O resultado do projeto não é o ideal e sim o possível, pois o debate democrático deve respeitar também a realidade local, evitando assim a imposição técnica que sempre perdurou a elaboração de planos técnicos especializados nos últimos 30 anos. A materialização do plano permite aos gestores se organizarem e elaborarem os planos setoriais que irão permitir a ordenação adequada para o município. O prazo deve variar de um a dois anos.

Esta obra vai possibilitar que os demais municípios, mesmo que não estejam obrigados pela Lei (Estatuto das Cidades), possam elaborar os seus planos diretores em um espaço de tempo razoável. Tanto a sociedade como os setores que detém poder de decisão poderão estudar este material. Ele permite conhecer a realidade do município de Laranjal do Jari e as possíveis similaridades com os problemas dos demais municípios do Amapá - Prof. Dr. José Alberto Tostes