A camada pré-sal, que representa um novo potencial petrolífero para o país, fica situada nas bacias do Sul e Sudeste do Brasil e tem cerca de 800 quilômetros de extensão e 200 quilômetros de largura. Segundo informações da Petrobras, a camada pré-sal vai desde o litoral do Espírito Santo até o de Santa Catarina e elevará significativamente as reservas de petróleo e gás natural da companhia.
- A primeira área avaliada dessa região, o chamado Campo de Tupi (um campo pode conter vários poços de petróleo, enquanto uma bacia pode ter vários campos), tem volumes estimados entre cinco e oito bilhões de barris de petróleo, e representa o maior campo de petróleo descoberto no mundo desde 2000.
- As estimativas apontam que Tupi deverá aumentar as reservas da Petrobras em mais 50%. A meta da Petrobras é começar a produção em Tupi em 2010, com um projeto-piloto de 100 barris por dia, o equivalente a 5% da produção nacional.
- Além do potencial petrolífero, as descobertas na região do pré-sal se diferenciam pela qualidade do óleo. A maior parte das reservas da Petrobras é de petróleo pesado, já as jazidas do pré-sal, com hidrocarbonetos leves, gás natural e condensado, podem mudar o perfil das reservas da companhia, reduzindo a importação de óleo leve e gás natural.
- A camada pré-sal é a terceira classificada abaixo do nível do mar, sob as camadas pós-sal e sal, e chega a mais de sete mil metros abaixo da superfície do mar. Para chegar à camada pré-sal, a Petrobras teve que superar muitos desafios tecnológicos e, em seus centros de pesquisa, estão sendo testados processos inéditos, como a abertura de cavernas no sal para servirem de reservatórios para o gás, até que entre em operação o projeto-piloto. Outra inovação estudada é a geração de energia na própria área, que seria levada por cabos elétricos submarinos até a terra.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Camada pré-sal tem 800 quilômetros de extensão
sábado, 22 de outubro de 2011
ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!! SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS.
Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. "Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!
ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS. AJUDE A
DIVULGÁ-LA, SE POSSÍVEL FAÇA TRADUÇÃO PARA OUTRAS LÍNGUAS QUE DOMINAR.
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa!
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DIVULGÁ-LA, SE POSSÍVEL FAÇA TRADUÇÃO PARA OUTRAS LÍNGUAS QUE DOMINAR.
De: Jessica Toscaro
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Corrupção - Jornal Espanhol quer saber porque o brasileiro aceita...
Cabeleireiros ajudam a identificar câncer de pele.
Além de cortar o cabelo, cabeleireiros e barbeiros são capazes de ajudar a detectar câncer na pele. É o que sugere estudo publicado no Archives of Dermatology.
Pesquisadores entrevistaram mais de 200 profissionais da área e muitos já detectaram ou gostariam de aprender a identificar as lesões que costumam aparecer no rosto, pescoço e couro cabeludo.
Alan C. Geller, um dos estudiosos que conduziu o estudo, identificou que 10% de câncer de pele fatais são detectados facilmente no couro cabeludo e os cientistas ficaram preocupados, pois o local não é fácil de ser visto pela própria pessoa.
Geller ainda destaca que poucos são os dermatologistas que olham o couro cabeludo para identificar uma possível doença. Segundo Geller, as pessoas frequentem mais os cabeleireiros do que médicos e por esses profissionais mexerem com a região da cabeça eles tendem a olhar a região com cuidado.
O grupo de pesquisadores já encontrou casos de doenças que conseguiram curadas, pois foram diagnosticadas logo de início com a ajuda de cabeleireiros.
Os cientistas pretendem treinar esses profissionais para que eles estejam prontos para identificar anormalidades na região.
ESO divulga dois novos aglomerados de estrelas na Via Láctea.
Dois novos aglomerados de estrelas foram descobertos na Via Láctea, de acordo com nota publicada nesta quarta-feira (19) na página do Observatório Europeu do Sul (ESO). Eles foram encontrados em novas imagens obtidas pelo telescópio do observatório para pesquisar a Via Láctea.
A imagem, obtida por um telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO), mostra dois novos aglomerados de estrelas na Via Láctea. A descoberta é rara e eles se juntarão aos 158 aglomerados já conhecidos. O "VVV CL0001", como foi nomeado, é encontrado no canto esquerdo da imagem, próximo ao aglomerado mais brilhante. O "VVV CL002" é um dos mais próximos ao centro da Via Láctea Eso
As descobertas foram consideradas raras, pois a última foi em 2010. Os novos aglomerados se juntarão aos 158 já conhecidos.
Um dos aglomerados pode ser visto no canto esquerdo da imagem, com um brilho mais fraco que os outros. O nome dado foi "VVV CL001" e consiste em uma pequena constelação de estrelas. A equipe também encontrou um segundo agrupamento, nominado "VVV CL002", também com brilho mais fraco e que está mais próximo ao centro da Via Láctea.
Como os aglomerados recém-encontrados são fracos, os outros mais luminosos acabam os encobrindo.
Uma descoberta intrigante é de que aglomerados podem estar ligados gravitacionalmente. Astrônomos acreditam que o brilhante "UKS 1" e o récem-descoberto "VVV CL001" podem ser o primeiro sistema binário de grupos estelares da Via Láctea.
A equipe que é responsável pela pesquisa sobre a Via Láctea é liderada por Dante Minniti e Lucas Felipe.
PM que denunciou corrupção no Esporte entrega lista com 15 novos nomes à PF
O soldado da Polícia Militar do Distrito Federal João Dias Ferreira, que disse à revista “Veja” que o ministro dos Esportes, Orlando Silva, recebeu dinheiro desviado pessoalmente na garagem do ministério, afirmou, após depoimento à Superintendência Regional da Polícia Federal do Distrito Federal na quarta-feira (19), que entregou uma lista com pelo menos 15 novos nomes de envolvidos no esquema, entre eles integrantes de ONGs e até mesmo políticos.
"Pessoas que eu descrevi como envolvidas diretamente e outras que tiveram participação indireta, mas têm pleno conhecimento dos fatos. O nome de qualquer pessoa infelizmente eu não posso dar, mas tem políticos e provavelmente está variando entre 15 e 20 pessoas", afirmou.
Foram quase oito horas de depoimento, no qual João Dias diz ter entregado novas provas à polícia. No entanto, ele afirmou não poder entrar em detalhes sobre o que foi dito porque o inquérito está sob sigilo.
Foram quase oito horas de depoimento, no qual João Dias diz ter entregado novas provas à polícia. No entanto, ele afirmou não poder entrar em detalhes sobre o que foi dito porque o inquérito está sob sigilo.
"Eu entreguei alguns materias, provas, degravações e documentos que foram fraudados e emitidos pelo ministério do Esporte. (...) São relatórios feitos a pedido do ministério da forma que eles bem convém (sic). Eles produzem qualquer documento que satisfaça atender a necessidade da organização."
Mais cedo, o presidente nacional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante, afirmou que Orlando Silva deveria renunciar ou pedir licença do cargo para se defender das acusações de corrupção.
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, informou que fará um pedido de abertura de inquérito ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas que ainda não está pronto porque o Ministério Público está determinando quais diligências deve pedir, além de aguardar alguns desdobramentos que devem ocorrer esta semana, entre eles o depoimento do policial João Dias Ferreira, autor das denúncias envolvendo Orlando Silva.
"Disseram que não importa provar, que já há a acusação. Como pode isso?"
- Na terça-feira, Silva foi a uma audiência conjunta das comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Turismo e Desporto da Câmara. Em pouco mais de três horas de depoimento, rebateu as denúncias e viu os oposicionistas fazerem desde um pedido de CPI até a sua defesa pública. Os líderes das siglas adversárias da presidente Dilma Rousseff evitaram questionar o ministro e pressionaram por um convite ao denunciante.
Nesta manhã, a oposição manobrou nesta quarta-feira (19) na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados e convidou Dias, que chegou a ser preso por suspeita de envolvimento com desvio de verbas do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte. Também foi chamado o motorista Célio Soares Pereira, que teria levado ao comunista recursos públicos desviados, segundo “Veja”. A data do depoimento ainda não está marcada.
Entenda as acusações contra os ministérios
- O ministro do Esporte, Orlando Silva
Reportagem do dia 15 de outubro da revista "Veja" aponta que o atual ministro do Esporte, Orlando Silva (PCdoB) --à frente da pasta desde 2006-- recebeu propina na garagem do ministério em Brasília. Segundo a revista, que entrevistou o policial militar João Dias Ferreira, preso no ano passado acusado de fazer parte de um esquema supostamente organizado pelo partido comunista para desviar dinheiro público usando ONGs como fachada, Silva recebeu o dinheiro das mãos de uma espécie de faz-tudo do esquema, Célio Soares Pereira.
No ano passado, a polícia de Brasília prendeu cinco pessoas acusadas de desviar dinheiro de um programa criado pelo governo federal para incentivar crianças carentes a praticar atividades esportivas --o Segundo Tempo. O grupo era acusado de receber recursos do Ministério do Esporte através de ONGs e embolsar parte do dinheiro.
O PM contou à "Veja" que o esquema pode ter desviado mais de R$ 40 milhões nos últimos oito anos. "As ONGs, segundo ele, só recebiam os recursos mediante o pagamento de uma taxa previamente negociada que podia chegar a 20% do valor dos convênios. O partido indicava desde os fornecedores até pessoas encarregadas de arrumar notas fiscais frias para justificar despesas fictícias", diz a reportagem.
Ainda na entrevista à revista, o policial afirma que, na gestão de Agnelo Queiroz no Ministério do Esporte (antecessor de Silva), o Segundo Tempo já funcionava como fonte do caixa dois do PCdoB --e que o gerente do esquema era o atual ministro Orlando Silva, então secretário executivo da pasta.
No ano passado, a polícia de Brasília prendeu cinco pessoas acusadas de desviar dinheiro de um programa criado pelo governo federal para incentivar crianças carentes a praticar atividades esportivas --o Segundo Tempo. O grupo era acusado de receber recursos do Ministério do Esporte através de ONGs e embolsar parte do dinheiro.
O PM contou à "Veja" que o esquema pode ter desviado mais de R$ 40 milhões nos últimos oito anos. "As ONGs, segundo ele, só recebiam os recursos mediante o pagamento de uma taxa previamente negociada que podia chegar a 20% do valor dos convênios. O partido indicava desde os fornecedores até pessoas encarregadas de arrumar notas fiscais frias para justificar despesas fictícias", diz a reportagem.
Ainda na entrevista à revista, o policial afirma que, na gestão de Agnelo Queiroz no Ministério do Esporte (antecessor de Silva), o Segundo Tempo já funcionava como fonte do caixa dois do PCdoB --e que o gerente do esquema era o atual ministro Orlando Silva, então secretário executivo da pasta.
Em outra denúncia levada ao ar pelo "Fantástico", da TV Globo, a ONG Pra Frente Brasil, conveniada da pasta, foi colocada sob suspeita de desvio de dinheiro público --que deveriam atender 18 mil crianças e adolescentes. A gerente da ONG é a ex-jogadora de basquete Karina Rodrigues e atual vereadora do PCdoB, na cidade paulista de Jaguariúna.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Aposentado é baleado por bandidos depois de entrar em favela por engano.
Na noite de sexta-feira, Valdemiro, de 74 anos, e mais duas pessoas
voltavam de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, para o Rio de Janeiro. O
carro entrou em uma rua próxima à Favela do Chapadão, no bairro de
Costa Barros, e foi cercado por homens armados.
O motorista deu meia volta, mas os bandidos atiraram. O idoso estava no banco de trás e foi atingido nas costas.
Valdemiro foi levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, também no subúrbio do Rio de Janeiro e passou por uma cirurgia que durou cinco horas. Segundo parentes, depois da operação, deveria ficar na unidade de terapia intensiva, mas no hospital não havia vagas.
A família entrou na Justiça e conseguiu um mandado obrigando o estado do Rio de Janeiro a encontrar um leito na rede pública. A transferência aconteceu às dez da noite de sábado, quase 24 horas depois do fim da cirurgia.
O hospital que aceitou receber Valdemiro, o Alberto Torres, fica em São Gonçalo, na região metropolitana. A 50 quilômetros de distância.
O aposentado chegou ao Hospital Alberto Torres ainda com vida. Pouco depois, teve uma parada cardiorespiratória. Apesar das tentativas de reanimar o aposentado, Valdemiro morreu às duas da manhã de domingo.
A família está revoltada. “Eles mataram não só um senhor de 74 anos, como mataram também toda uma família. E depois tivemos mais essa decepção do estado que não deu a oportunidade de ele viver”, diz Lázaro dos Santos, filho da vítima.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Valdemiro chegou em estado grave e depois da cirurgia foi levado imediatamente para uma sala, que não é uma UTI, mas que tem equipamentos e equipe para cuidar da recuperação pós-operatória.
A Secretaria de Saúde disse também que a central de regulação de leitos trabalhou com o ritmo de urgência que o caso do paciente Valdemiro exigia e assim que surgiu a primeira vaga, ele foi transferido.
O motorista deu meia volta, mas os bandidos atiraram. O idoso estava no banco de trás e foi atingido nas costas.
Valdemiro foi levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas, também no subúrbio do Rio de Janeiro e passou por uma cirurgia que durou cinco horas. Segundo parentes, depois da operação, deveria ficar na unidade de terapia intensiva, mas no hospital não havia vagas.
A família entrou na Justiça e conseguiu um mandado obrigando o estado do Rio de Janeiro a encontrar um leito na rede pública. A transferência aconteceu às dez da noite de sábado, quase 24 horas depois do fim da cirurgia.
O hospital que aceitou receber Valdemiro, o Alberto Torres, fica em São Gonçalo, na região metropolitana. A 50 quilômetros de distância.
O aposentado chegou ao Hospital Alberto Torres ainda com vida. Pouco depois, teve uma parada cardiorespiratória. Apesar das tentativas de reanimar o aposentado, Valdemiro morreu às duas da manhã de domingo.
A família está revoltada. “Eles mataram não só um senhor de 74 anos, como mataram também toda uma família. E depois tivemos mais essa decepção do estado que não deu a oportunidade de ele viver”, diz Lázaro dos Santos, filho da vítima.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Valdemiro chegou em estado grave e depois da cirurgia foi levado imediatamente para uma sala, que não é uma UTI, mas que tem equipamentos e equipe para cuidar da recuperação pós-operatória.
A Secretaria de Saúde disse também que a central de regulação de leitos trabalhou com o ritmo de urgência que o caso do paciente Valdemiro exigia e assim que surgiu a primeira vaga, ele foi transferido.
19 ações ignoram queda da Bolsa e sobem.
SÃO PAULO - A despeito da queda de mais de 20% do Índice Bovespa em
2011, algumas ações da Bolsa parecem ignorar a crise e sobem. Das 68
ações do Ibovespa, 19 estão no campo positivo, chegando a subir mais de
40%. Dentro do universo de setores, alguns segmentos se destacam -
empresas de bandeiras de cartão de crédito, telecomunicações e energia.
Em comum: todas são boas pagadoras de dividendos.
"A estrutura de negócio das empresas de cartões gera muito caixa, o que acaba sendo valorizado pelo mercado em momentos de crise", diz o analista da Planner Corretora, Francisco Kops. Ele explica que com pouco investimento Cielo e Redecard geram altos resultados. Além disso, não possuem grandes dívidas.
Um evento do ano passado também ajudou as companhias. O governo acabou com a exclusividade de bandeiras no setor, gerando mais concorrência entre as empresas. "Houve uma guerra de preços e as margens de lucro caíram. Ninguém sabia até onde iam cair. Por isso as ações acabaram recuando bastante em 2010", lembra Kops. Este ano, com as margens já estáveis e o cenário mais claro, os papéis de recuperaram (alta de mais de 40%), mas segundo ele o espaço para mais altas a partir de agora é mais limitado.
As boas pagadoras de dividendos, sejam empresas de energia, telecomunicações ou saneamento básico, também subiram. Tendo perda em parte da carteira, investidores buscaram esses papéis para conseguir uma rentabilidade maior nas aplicações.
"O investidor olha muito a questão do dividendo em momentos de baixada bolsa. Além disso, a característica do setor de telecomunicações é proteger contra alta da inflação, porque as tarifas são reajustadas", diz o analista da corretora Solidus, Matias Dieterich.
No caso do setor de energia, um impacto da crise que poderia haver seria em relação ao dólar. "Quem pega energia de Itaipu, onde os preços são balizados em dólar, poderia sofrer um aumento de custos. Mas essa elevação é repassada para as tarifas nos reajustes periódicos", explica a analista da SLW Corretora, Rosângela Ribeiro.
"A estrutura de negócio das empresas de cartões gera muito caixa, o que acaba sendo valorizado pelo mercado em momentos de crise", diz o analista da Planner Corretora, Francisco Kops. Ele explica que com pouco investimento Cielo e Redecard geram altos resultados. Além disso, não possuem grandes dívidas.
Um evento do ano passado também ajudou as companhias. O governo acabou com a exclusividade de bandeiras no setor, gerando mais concorrência entre as empresas. "Houve uma guerra de preços e as margens de lucro caíram. Ninguém sabia até onde iam cair. Por isso as ações acabaram recuando bastante em 2010", lembra Kops. Este ano, com as margens já estáveis e o cenário mais claro, os papéis de recuperaram (alta de mais de 40%), mas segundo ele o espaço para mais altas a partir de agora é mais limitado.
As boas pagadoras de dividendos, sejam empresas de energia, telecomunicações ou saneamento básico, também subiram. Tendo perda em parte da carteira, investidores buscaram esses papéis para conseguir uma rentabilidade maior nas aplicações.
"O investidor olha muito a questão do dividendo em momentos de baixada bolsa. Além disso, a característica do setor de telecomunicações é proteger contra alta da inflação, porque as tarifas são reajustadas", diz o analista da corretora Solidus, Matias Dieterich.
No caso do setor de energia, um impacto da crise que poderia haver seria em relação ao dólar. "Quem pega energia de Itaipu, onde os preços são balizados em dólar, poderia sofrer um aumento de custos. Mas essa elevação é repassada para as tarifas nos reajustes periódicos", explica a analista da SLW Corretora, Rosângela Ribeiro.
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